BAIXA POMBALINA E ROSSIO
Praça do Comércio, antigo Terreiro do Paço
Praça aberta ao rio Tejo enquadrada entre dois torreões
inacabados, sugeridos pelo torreão filipino do Paço da Ribeira. Ao centro
ergue-se a estátua equestre de D. José I, monumento da autoria de Eugénio dos
Santos o qual planeou a praça e a realização coube a a Machado de Castro
(1731-1822), escultor da Escola de Mafra.
O monumento é constituído pela estátua do soberano,
reconstrutor da cidade, a cavalo, de bronze fundido, elevada sobre um pedestal
de calcário branco, decorado por dois grupos escultóricos o Triunfo e a Fama.
Na face sul, voltada para o Tejo, num medalhão figura o
retrato do Marquês de Pombal na face oposta que corresponde a simboligia de
generosidade régia erguendo Lisboa dos escombros do terramoto.
A face norte da Praça do Comércio é centrada pelo Arco
da Rua Augusta, delineado no plano de Eugénio dos Santos, concluída em 1873,
num
estílo romântico que destoa das linhas neoclássicas e não
obedece ao esboço original. Colaborou como escultor nesta obra Vítor Bastos
(1830-1894), autor das estátuas que representam Nuno Alvares, Viriato, Pombal e
Vasco da Gama adossadas às colunas laterais. No alto envolvendo o arco, duas
figuras representam o Tejo e o Douro. A
escultura que remata o monumento deve-se ao françês Calmels (1822-1906) e
representa a Glória coroando o Génio e o Valor.
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