quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Baixa Pombalina e Rossio



BAIXA POMBALINA E ROSSIO


Praça do Comércio, antigo Terreiro do Paço


Praça aberta ao rio Tejo enquadrada entre dois torreões inacabados, sugeridos pelo torreão filipino do Paço da Ribeira. Ao centro ergue-se a estátua equestre de D. José I, monumento da autoria de Eugénio dos Santos o qual planeou a praça e a realização coube a a Machado de Castro (1731-1822), escultor da Escola de Mafra.


O monumento é constituído pela estátua do soberano, reconstrutor da cidade, a cavalo, de bronze fundido, elevada sobre um pedestal de calcário branco, decorado por dois grupos escultóricos o Triunfo e a Fama.
Na face sul, voltada para o Tejo, num medalhão figura o retrato do Marquês de Pombal na face oposta que corresponde a simboligia de generosidade régia erguendo Lisboa dos escombros do terramoto.
A face norte da Praça do Comércio é centrada pelo Arco da Rua Augusta, delineado no plano de Eugénio dos Santos, concluída em 1873, num 
estílo romântico que destoa das linhas neoclássicas e não obedece ao esboço original. Colaborou como escultor nesta obra Vítor Bastos (1830-1894), autor das estátuas que representam Nuno Alvares, Viriato, Pombal e Vasco da Gama adossadas às colunas laterais. No alto envolvendo o arco, duas figuras  representam o Tejo e o Douro. A escultura que remata o monumento deve-se ao françês Calmels (1822-1906) e representa a Glória coroando o Génio e o Valor.


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